D I V A G A Ç Õ E S
Afonso Costa
Segunda-feira, 28 de Maio de 2012
CARICATURANDO O DESPEITO
Definir despeito é complexo
É um labor complicado
Eu, próprio me sinto perplexo
Ao ter despeito do despeitado.
Poderá ser uma homenagem
Que a frustração tributa ao mérito
Ou somente a medíocre amostragem
Dum espírito já decrépito
Aturar um obstinado despeitado
É crucial demais para o meu despeito
Que se julgue grande em todo o lado
Menos no meu porque não aceito.
Gosta de exibir seu saber
O que tem e o que pensa que tem,
Vai vivendo assim até morrer
E morre sem ter louvado ninguém.
28-05-2012
Afonso Costa
Terça-feira, 1 de Maio de 2012
IMAGINANDO UMA VESTAL
Já que aqui vim parar
Deixo-te esta mensagem
Se algum «Deus» te acordar
Não negues a massagem
Aproveita o privilégio
À natureza faz a vontade
Prazer não é sacrilégio
Pecado é a castidade
Quinta-feira, 29 de Março de 2012
DOM DA UBIQUIDADE - -fugaz divagação--
QUE O TEMPO SEJA AMIGO
PARA TUA IDA A SANTAREM
POR CÁ TU FICAS COMIGO
LEVA-ME CONTIGO TAMBÉM.
27-03-2012
AFONSO Costa
PARA TUA IDA A SANTAREM
POR CÁ TU FICAS COMIGO
LEVA-ME CONTIGO TAMBÉM.
27-03-2012
AFONSO Costa
PEDRAS NOS CAMINHOS «caricatura da obstinação»
Guardar pedras no caminho
Um gosto que não é belo
Trilha no meu que há beijinhos
Ficam melhor no castelo.
Os deuses estão a chorar
Morreu um sonho tão belo
A musa teima em levar
Pedras para o castelo.
29-03-2012
Afonso Costa
Um gosto que não é belo
Trilha no meu que há beijinhos
Ficam melhor no castelo.
Os deuses estão a chorar
Morreu um sonho tão belo
A musa teima em levar
Pedras para o castelo.
29-03-2012
Afonso Costa
Domingo, 25 de Março de 2012
PARABÉNS NARCISO -Salvé 26-03-20212
Que tenhas um dia de indelével felicidade;
A prenda dum livro com tratados de alegria
Em descrições de saúde e muita amizade
Tendo a família e o Gerês por companhia.
O Nevosa também hoje te felicita
Tem orgulho na tua coragem e bondade
Nos trilhos a tua cadência nos espevita
Caminhámos com mais alegria e vontade.
Que a prenda do livro com o seu tratado
Narre tudo que te queríamos oferecer
Para que o não queiras pôr de lado
Tendo tu sempre muito gosto em o ler.
26-03-2012
AFONSO COSTA
A prenda dum livro com tratados de alegria
Em descrições de saúde e muita amizade
Tendo a família e o Gerês por companhia.
O Nevosa também hoje te felicita
Tem orgulho na tua coragem e bondade
Nos trilhos a tua cadência nos espevita
Caminhámos com mais alegria e vontade.
Que a prenda do livro com o seu tratado
Narre tudo que te queríamos oferecer
Para que o não queiras pôr de lado
Tendo tu sempre muito gosto em o ler.
26-03-2012
AFONSO COSTA
Quarta-feira, 14 de Março de 2012
AGRADECIMENTOS
VOSSA AMIZADE ACARINHO
DÁ SAÚDE E ALEGRIA
ENFEITA-ME O CAMINHO
NOS TRILHOS DO DIA-A-DIA.
NÃO FOI BEM ENFERMIDADE
MAS PODIA TER SOFRIMENTOS
VALEU-ME ESSA AMIZADE
A TODOS MEUS AGRADECIMENTOS.
14-03-2012
AFONSO COSTA
DÁ SAÚDE E ALEGRIA
ENFEITA-ME O CAMINHO
NOS TRILHOS DO DIA-A-DIA.
NÃO FOI BEM ENFERMIDADE
MAS PODIA TER SOFRIMENTOS
VALEU-ME ESSA AMIZADE
A TODOS MEUS AGRADECIMENTOS.
14-03-2012
AFONSO COSTA
Sábado, 18 de Fevereiro de 2012
CICLO DO SOL A 28-01-2012 -Passeio com o CMB
Um sol luminoso e fulgurante
Pintava todos os recantos na passagem
Mudava a cada momento e instante
Seu raiar na exótica paisagem.
Dos cumes, encostas, brandas e prados
O sol partia com carinhoso requinte
O abraço das sombras interpretados
Promessas de voltar no dia seguinte.
Das sebes um ondular fazia-se ouvir
Com timidez num silêncio plangente
Dum sol que se estava a despedir
Tornando diáfano o ambiente.
As águas serenas da albufeira,
Que alindam Vilarinho das Furnas
Mesmo com o luar difuso à beira
Deixavam os meandros às escuras
De olhar fixo e perscrutador
Contemplava fascinado o infinito,
Um manto em todo o esplendor
Desenhava um crepúsculo tão bonito.
Era o último retoque na tela
Dum sol que pintou seu quadro
Passando o brilho da sua aguarela
Nunca que encontrou por todo o lado.
Pintava todos os recantos na passagem
Mudava a cada momento e instante
Seu raiar na exótica paisagem.
Dos cumes, encostas, brandas e prados
O sol partia com carinhoso requinte
O abraço das sombras interpretados
Promessas de voltar no dia seguinte.
Das sebes um ondular fazia-se ouvir
Com timidez num silêncio plangente
Dum sol que se estava a despedir
Tornando diáfano o ambiente.
As águas serenas da albufeira,
Que alindam Vilarinho das Furnas
Mesmo com o luar difuso à beira
Deixavam os meandros às escuras
De olhar fixo e perscrutador
Contemplava fascinado o infinito,
Um manto em todo o esplendor
Desenhava um crepúsculo tão bonito.
Era o último retoque na tela
Dum sol que pintou seu quadro
Passando o brilho da sua aguarela
Nunca que encontrou por todo o lado.
18-02-2012
Aonso Costa
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